A ciência do afeto: como a intervenção precoce moldou a autonomia de Liz

O diagnóstico imediato e a rede de apoio especializada garantem o desenvolvimento pleno e a inclusão de crianças com Síndrome de Down

A pontualidade e a segurança marcaram a manhã do dia 7 de fevereiro de 2026, quando, às 7h30, a pequena Liz Morgado, de quatro anos, cruzou os portões da Escola Guiomar, em Assis. O gesto de despedida, um ‘tchau’ firme direcionado à mãe, Maria Eliane Cordeiro Doerig, não foi fruto do acaso, mas o coroamento de uma jornada iniciada apenas 90 dias após o seu nascimento, em novembro de 2021. 

Para famílias que convivem com a Síndrome de Down ( T21) , o ingresso no universo pedagógico representa um marco de independência que só é possível graças ao diagnóstico precoce e ao suporte de equipes multidisciplinares, como as que acompanharam a pequena Liz,  no Instituto Equilibre, em Paraguaçu Paulista. O dia 21 de março é celebrado como Dia Internacional da Síndrome de Down, já que a data 21 do 3, faz referência à trissomia do cromossomo 21 – que é a alteração genética causadora da condição. Embora tenha realizado todos os exames do pré-natal, não foi possível identificar alterações, havendo a suspeita imediatamente ao nascer . Olhos amendoados e outras características físicas típicas foram observadas pela médica obstetra. Entre o nascimento e o diagnóstico se passaram 50 dias, e, antes de 90 dias de vida, Liz já iniciava seu tratamento multidisciplinar no Instituto Equilibre.

A trajetória de Liz evidencia que o desenvolvimento motor, cognitivo e linguístico em casos de trissomia do cromossomo 21 não segue um fluxo automático, exigindo estímulos planejados para superar barreiras biológicas. A fonoaudióloga Priscila Reis, que integrou a equipe de cuidados, explicou que a lentidão no processamento de informações/ aprendizagem é uma variável constante. Conforme a especialista, a informação chega, mas a criança demanda um tempo maior para processar e executar o que lhe foi solicitado . Se o ambiente não estiver preparado para essa especificidade, a criança pode perder dados essenciais, o que prejudica a aprendizagem e a aquisição de marcos fundamentais, para o seu desenvolvimento como um todo. “Por isso que as terapias são desenvolvidas de forma conjunta, visando tanto o desenvolvimento motor , quanto os aspectos cognitivo, linguístico e emocional ; ou seja, o desenvolvimento global”, explicou.

Um dos pilares desse avanço foi o trabalho de psicomotricidade conduzido pelo profissional Marcelo Vergílio, também do Instituto Equilibre. Eliane recordou que o fortalecimento da musculatura do pescoço foi marco para a família. Antes das intervenções, Liz apresentava dificuldades para sustentar a cabeça e manter o equilíbrio ao sentar. O trabalho psicomotor estruturado permitiu ganhos necessários para não perder os marcos do desenvolvimento motor. A segurança que a menina demonstra hoje ao caminhar e interagir no ambiente escolar, experiência mais importante nesta fase de sua vida, consiste no reflexo direto dessas intervenções , em que, o brincar era utilizado como ferramenta técnica de reabilitação.

“As famílias não devem terceirizar o tratamento”

Contudo, a eficácia do tratamento clínico reside na continuidade das práticas no ambiente doméstico. Priscila Reis enfatiza que a família não pode ‘terceirizar’ o cuidado apenas, pois as terapias ocupam apenas algumas horas da semana, enquanto as demais, a criança estará em casa. “O sucesso da intervenção não reside apenas no consultório; mas sim no trabalho conjunto entre família e profissionais. 

 O compromisso de Eliane e do pai, Arthur Doerig, foi fundamental nesse processo. A rotina envolvia – e envolve até hoje – desde estímulos auditivos até o uso de encartes visuais para organizar o cotidiano da criança. Essa dedicação transformou o conhecimento técnico em ferramenta de autonomia, permitindo que a angústia do diagnóstico desse lugar à segurança de uma construção gradual. 

Liz, cujo nome foi escolhido pela mãe por lhe trazer um significado de  promessa, nasceu como uma filha ‘temporana”, na segunda união de Maria Eliane, que já possui filhos adultos e até netos. A mãe, que praticava ciclismo diariamente das 5h às 6 horas pedalando da Vila Gammon até o distrito rural de Conceição do Monte Alegre, foi surpreendida com dores nas costas. A surpresa foi maior ainda quando ao fazer um ultrassom surgiu os batimentos cardíacos do minúsculo coração de Liz. 

Atualmente, residente em Assis, a mãe mantém uma atenção permanente e busca incessante por informação. “Quando confirmamos o diagnóstico de Liz eu pedi a Deus que colocasse em nosso caminho alguém que pudesse nos ajudar de fato. Comecei a pesquisar no Google e quando achei o nome da fonoaudióloga Priscila Reis, senti que seria ela. Tudo se confirmaria depois e hoje desenvolvemos um afeto enorme com todos da Clínica Equilibre”, relatou.  A jornada de Liz na Escola Guiomar começou em fevereiro próximo sem dificuldades aparentes, provando que a preparação iniciada nos primeiros meses de vida é o suporte necessário para que os desafios pedagógicos e sociais sejam enfrentados com a mesma naturalidade do aceno dado na porta da escola.

A ciência por trás do estímulo e o papel da fonoaudiologia

O processo terapêutico de crianças com síndrome de Down exige um olhar técnico sobre características morfológicas específicas que impactam diretamente a comunicação e a alimentação. De acordo com a fonoaudióloga Priscila Reis, a hipotonia global — a redução do tônus muscular — é uma das marcas  presentes, afetando não apenas a postura, mas toda a musculatura orofacial. Essa flacidez muscular interfere na articulação da fala, tornando-a, muitas vezes, ininteligível se não houver intervenção. A língua, por ser anatomicamente mais alargada em relação à cavidade bucal, exigindo um treinamento de refinamento motor extremamente preciso para que a criança consiga produzir sons de forma clara e funcional.

Além da questão motora, existe o desafio do processamento auditivo. A especialista destaca que a aprendizagem ocorre por meio da repetição e do uso de estratégias de comunicação orientativa. Durante as sessões no Instituto Equilibre, a orientação familiar era o eixo central: Maria Eliane participava ativamente, aprendendo a realizar estimulações auditivas e a incentivar a imitação de expressões faciais. O uso de rotinas visuais, como encartes espalhados pela casa, auxilia na organização mental da criança, combatendo a lentidão de processamento e garantindo que a informação não seja perdida no cotidiano.

Outro ponto de atenção crucial mencionado pela equipe técnica é a higiene do sono. Distúrbios do sono são comuns e podem gerar irritabilidade e exaustão, tanto na criança quanto nos cuidadores, prejudicando o desempenho nas terapias e na escola. O manejo comportamental, sem invadir áreas médicas, busca ajustar o relógio biológico e garantir que o desenvolvimento neurológico ocorra de forma saudável. Todo esse esforço multidisciplinar visa um objetivo único e de longo prazo: a autonomia. A intervenção  busca oferecer condições para que Liz e outras crianças com Síndrome de Down possam exercer sua cidadania com independência, superando as lacunas de desenvolvimento e alcançando cada ciclo de crescimento com novas competências adquiridas.

O futuro da inclusão e a rede de cuidados permanentes

Novos ciclos trazem desafios  e a necessidade de suporte contínuo

O ingresso na vida escolar é apenas o primeiro grande passo de uma longa caminhada. À medida que Liz Morgado avança em sua jornada acadêmica, a rede de cuidados multidisciplinares tende a se adaptar às novas demandas que surgem com o crescimento. Especialistas alertam que a transição para a alfabetização e o convívio social mais intenso exigirão um acompanhamento pedagógico próximo, focado em superar possíveis dificuldades de abstração e lógica. O conhecimento acumulado pela família ao longo dos últimos três anos no Instituto Equilibre serve como base, mas a manutenção das terapias de fonoaudiologia e psicomotricidade permanecem essenciais para consolidar a fala e a coordenação motora fina, fundamentais para a escrita.

A troca de experiências entre famílias também funciona como um suporte emocional, dissipando dúvidas e fortalecendo a rede de proteção em torno da criança. Para Maria Eliane, a busca por profissionais que não apenas possuam conhecimento técnico, mas que também busquem atualizações constantes sobre as evoluções da área, é a garantia de que Liz continuará recebendo o melhor estímulo possível para cada fase de sua vida. “Esses profissionais encontrei no Instituto Equilibre”, garantiu.

O foco final de todo esse investimento é a vida adulta. A preparação para o mercado de trabalho e para a vida autônoma começa na infância, através do estímulo à resolução de problemas simples e à independência nas atividades diárias. O exemplo de Liz mostra que, quando há um diagnóstico rápido e uma família comprometida com a ciência e o afeto, a ‘promessa’ contida em seu nome se transforma em realidade palpável. A educação inclusiva, portanto, não é apenas um direito legal, mas uma construção coletiva que envolve terapeutas, escola e, principalmente, o núcleo familiar em uma dedicação que não termina no sinal da escola, mas se estende por toda a vida

 Marília participa de Fórum Nacional de Manejo Ambiental de Escorpiões

Representantes da Divisão de Zoonoses – órgão vinculado à Secretaria Municipal da Saúde – participaram na última terça-feira (21), na capital paulista, no auditório do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, do Fórum Nacional de Manejo Ambiental de Escorpiões. O evento foi promovido pela FEPRAG (Federação Brasileira das Associações de Controladores de Vetores e Pragas Sinantrópicas).

Na ocasião, o município de Marília foi representado pela supervisora responsável pela Divisão de Zoonoses, Talita Rodrigues; pela supervisora de saúde, Pamela Cristina de Souza Garcia; e pelo agente de controle de endemias, Eduardo Tetsuo Higuti.

“Foi um evento extremamente importante para a nossa equipe, pois tivemos a troca de experiências com profissionais de outros municípios brasileiros, como biólogos, médicos veterinários, entre outros, para buscar ações de controle mais eficiente dos escorpiões. E que hoje já se tornaram um problema em nível nacional”, afirmou Talita Rodrigues.

O evento, exclusivo para agentes de saúde vinculados às Secretarias e Vigilâncias de Saúde municipais e estaduais, contou com uma ampla programação de palestras sobre: “Biologia, comportamento e ecologia dos escorpiões: entendendo suas características para melhor controlá-los”; “Controle químico de escorpiões e os possíveis impactos ambientais”; “Ações de manejo ambiental e controle químico de escorpiões na cidade de São Paulo”; e “Controle dos escorpiões: regulamentação, boas práticas e Ações de Vigilância em Saúde para evitar acidentes, implementados em Fortaleza/CE”.

Além disso, também foi ministrada a palestra de encerramento que falou sobre “Os impactos da comunicação inadequada frente aos problemas ocasionados pelas infestações por escorpiões no Brasil e a Contribuição das Empresas Especializadas para o Controle”.

“Temos incentivado a participação das nossas equipes em eventos de capacitação profissional e de treinamentos. Estas trocas de experiências e de conhecimentos com outros profissionais da área nos ajudam a melhorar o trabalho de controle de vetores e pragas na cidade, além de garantir um serviço de alta qualidade para a nossa população”, finaliza a médica e secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio.

Fotos: Divulgação

Entre luzes e sombras: o outro lado de Las Vegas e o alerta do Setembro Amarelo

por Sandra Campos

Nos Estados Unidos, Las Vegas, cidade conhecida como a “Capital do Entretenimento Adulto”, é o símbolo do excesso e da promessa de felicidade instantânea. Sob os neons que iluminam cassinos monumentais, shows grandiosos e festas intermináveis, esconde-se um submundo de vícios que envolve drogas, álcool, jogos e prostituição, com impactos diretos na saúde mental e na dignidade humana.

O consumo de drogas é um dos pontos mais sensíveis. Desde 2017, o uso recreativo da maconha é legalizado em Nevada, mas seu consumo em locais públicos continua proibido. Isso não impede que a cidade seja um polo de experiências químicas variadas, onde cocaína, ecstasy e outras substâncias circulam em festas privadas e eventos clandestinos. Paralelamente, o álcool é onipresente: ao contrário de outras cidades americanas, em Las Vegas é permitido beber nas ruas da Strip, e dentro dos cassinos as bebidas são oferecidas gratuitamente para manter os jogadores à mesa. O resultado é um ambiente que estimula o abuso e transforma euforia em dependência. 

O jogo, motor econômico da cidade e responsável por bilhões de dólares anuais, é também o maior catalisador de tragédias. A arquitetura dos cassinos é planejada para manipular o jogador: não existem janelas ou relógios, e o colorido das luzes somado a sons estrategicamente elaborados criam uma sensação de euforia ininterrupta. Idosos deixam suas aposentadorias nas máquinas de caça-níqueis, embalados por coquetéis que reforçam a ilusão de felicidade. Muitos jogadores chegam acreditando na possibilidade de ganhos fáceis, mas saem de lá falidos. Não por acaso, a taxa de suicídio em Las Vegas é quase três vezes maior que a média dos Estados Unidos. Funcionários de cassinos e hotéis recebem treinamentos específicos para lidar com tentativas de suicídio, tamanha é a recorrência desse drama.

O que acontece em Las Vegas, permanece em Vegas

A prostituição, embora seja legal em alguns condados de Nevada, é proibida em Las Vegas. Ainda assim, a cidade abriga uma rede robusta de exploração sexual, que vai de acompanhantes de luxo a operações clandestinas. A contradição entre a lei e a prática reflete não só os dilemas sociais e morais, mas também a força econômica desse mercado. 

Essa realidade, à primeira vista distante, tem muito a ver com o Brasil. Hoje, nossas redes sociais são invadidas por propagandas que vendem a ideia de enriquecimento rápido por meio de jogos online. Influenciadores digitais ostentam mansões, carros de luxo e viagens, afirmando que tudo vem das apostas. O que não revelam é que recebem comissão sobre as perdas dos seguidores — em alguns casos, até 50% de tudo que alguém perde. O ciclo de destruição se repete: curiosidade que vira vício, dívidas no cartão de crédito, no cheque especial e no consignado, perda de patrimônio, emprego, família e, por fim, da própria dignidade. Muitos recorrem a agiotas e passam a viver sob ameaças, mergulhados no desespero.

O Setembro Amarelo nos lembra que a prevenção ao suicídio vai além do cuidado individual com a saúde mental. É necessário observar os ambientes e práticas que empurram pessoas para o limite. O caso de Las Vegas é uma metáfora clara: uma miragem de felicidade no deserto que seduz, consome e destrói. No Brasil, essa miragem aparece em telas de celular, em aplicativos e propagandas que vendem prazer e sucesso fáceis, mas entregam ruína e sofrimento.  Discutir drogas, álcool, prostituição e jogos em setembro não é moralismo, mas reconhecer fatores que podem levar indivíduos ao desespero. Se queremos realmente prevenir o suicídio, precisamos enfrentar não apenas as consequências, mas também os ambientes que alimentam a dor. Afinal, por trás do brilho das luzes, há sempre sombras que precisam ser expostas.

Sandra Campos é empresária e ativista pró-vida. Instagram @sandracamposaaa

Secretário da Saúde confirma obra do AME num investimento de R$ 40 mi

O secretário de Estado da Saúde, Dr. Eleuses Paiva, esteve em Marília na manhã desta sexta-feira (21), no Teatro Municipal “Waldir Silveira Mello”, onde participou do Encontro de Prefeitos e Gestores de Saúde do DRS-IX (Departamento Regional de Saúde), que reúne 62 municípios.

Durante o evento, Dr. Eleuses Paiva recebeu oficialmente das mãos do prefeito Vinicius Camarinha a documentação da área de 26 mil metros quadrados, anexa ao distrito de Lácio, que foi doada pela Prefeitura de Marília para a construção do AME (Ambulatório Médico de Especialidades).

“Só estávamos aguardando este documento que foi entregue pelo prefeito Vinicius Camarinha do local para o Governo do Estado. Agora queremos na segunda quinzena de março abrir a licitação para que as construtoras façam o cadastro e começarmos a construção em abril. O governador Tarcísio (de Freitas) quer o AME de Marília funcionando até o final do ano que vem”, disse o secretário de Estado da Saúde.

O AME de Marília será um dos mais modernos do Estado, atenderá 19 municípios da região e terá área construída de aproximadamente 12 mil metros quadrados, num investimento de R$ 40 milhões, sendo considerado um mini-hospital, que terá o padrão de grandes centros urbanos, como Ribeirão Preto, com realização de consultas, exames e cirurgias.

O prefeito Vinicius Camarinha destacou a importância da conquista do AME. “É um sonho de muitos anos do mariliense que está sendo concretizado. O AME será uma grande obra para Marília e toda região. E fico muito feliz em repassar oficialmente essa área para o Governo do Estado. A nossa gratidão ao governador Tarcísio e ao secretário Dr. Eleuses Paiva por acreditarem no potencial de Marília, que volta a ter protagonismo. E vamos cuidar da nossa população com equipamentos de qualidade”.

A secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio, falou sobre a vinda do secretário de Estado a Marília. “Para nós é uma honra receber o Dr. Eleuses Paiva em nossa cidade. Além da sua indiscutível competência técnica, ele é muito humilde e tem uma humanidade que impressiona, atendendo a todos com carinho e atenção. O Dr. Eleuses e o governador Tarcísio estão transformando a saúde do nosso Estado. Só temos que agradecê-los pela parceria e o tão sonhado AME de Marília já é uma realidade”.

O presidente da Câmara, Danilo da Saúde, entregou ao secretário Dr. Eleuses Paiva o título de Visitante Ilustre do Município. “Mais do que o secretário de Estado, o Dr. Eleuses é um grande amigo de Marília e dos municípios da região. A Câmara Municipal será sempre parceira dos grandes projetos que beneficiem a população e só temos que agradecer ao secretário e ao governador Tarcísio pela vinda do AME para nossa cidade”.

O encontro contou também com as presenças dos vereadores Danilo da Saúde (presidente da Câmara), Elio Ajeka, Rossana Camacho, Vânia Ramos, Wilson Damasceno e João do Bar; do deputado federal Capitão Augusto; da deputada estadual Daniele Alonso; do presidente do Civap (Consórcio Intermunicipal do Vale do Parapanema), Luís Gustavo Mendes (prefeito de Palmital); e da diretoria do DRS IX, Célia Marafiotti Netto.

Estiveram presentes também o diretor-presidente da FEHOSP (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo), Edson Rogatti; diversos prefeitos e secretários de saúde da região de Marília; superintendentes dos hospitais de Marília; presidente do Comus (Conselho Municipal da Saúde), Tereza Machado; e presidente do Sindicato Estadual dos Agentes de Saúde, Irineu Gomes dos Santos; entre outras autoridades.

No final da cerimônia, o secretário Dr. Eleuses Paiva confirmou novos investimentos do Estado para o combate à dengue e à febre amarela em todo o território paulista. “O governo está fazendo tudo o que é possível, assim como todos os municípios, mas a gente só vai vencer a dengue se tivermos o apoio da população, já que 70% dos focos do Aeges aegypti estão dentro das nossas residências. Os moradores precisam fazer uma vistoria semanal em suas casas, eliminando todo recipiente que tenha água parada”, finalizou o secretário de Estado da Saúde.

Fotos: Wilson Ruiz

 Marília inicia a operação ‘Cata-Treco’ na zona Sul

A Prefeitura de Marília, por meio das secretarias municipais da Saúde e do Meio Ambiente e Serviços Públicos, deu início nesta segunda-feira (24), à Operação Cata-Treco no Bairro Toffoli, na zona Sul da cidade. Os trabalhos nesta região do município vão se estender até terça-feira (25).
 
A operação tem por objetivo manter a cidade limpa e diminuir os casos de doenças transmissíveis, com o recolhimento de materiais inservíveis, como móveis, eletrodomésticos, estofados, pneus, vasos e outros materiais sem utilização – a operação não recolhe restos de material de construção e de poda de árvores, bem como lixo orgânico.
 
De acordo com o secretário municipal do Meio Ambiente e Serviços Públicos, Mário Rui Andrade de Moura, o recolhimento dos inservíveis acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. “A gente sempre pede que os moradores coloquem esses materiais na calçada com um pouco de antecedência. Desta forma, o trabalho é agilizado e conseguimos atender mais locais”, afirma o secretário.
 
Lançada pelo prefeito Vinicius Camarinha no dia 13 de janeiro, o Cata-Treco chegou à zona Sul pelo bairro Costa e Silva. Antes, o serviço já havia sido realizado nos bairros Maria Izabel e Cascata (zona leste); Aniz Badra, JK e Jânio Quadros (zona norte), sendo que mais de 60 toneladas de inservíveis já foram recolhidas pelas equipes de trabalho.
 
Segundo o cronograma da operação Cata-Treco, nos próximos dias, o trabalho estará concentrado em bairros da zona Sul. O recolhimento na Vila Real acontecerá dias 26 e 27 (quarta e quinta-feira), sendo que na sexta-feira (28) haverá o trabalho de rescaldo no Toffoli.
 
“A colaboração da população tem sido essencial para o sucesso das nossas ações. É preciso ocorrer um trabalho em conjunto na prevenção ao Aedes aegypti, com os moradores fazendo a sua parte, que é cuidar dos quintais, eliminando todo recipiente que acumule água. Além do Cata-Treco, estamos com as nebulizações e bloqueios por toda a cidade, e também com a instalação das EDLs (Estações Disseminadoras de Larvicida) na zona Sul”, destaca a secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio.
 
Fotos: Divulgação

Prefeitura e parceiros levam diversos serviços e lazer ao Bosque Municipal

A Prefeitura de Marília, por meio das secretarias municipais da Saúde, da Educação, da Cultura, da Cidadania e de Esportes, Lazer e Juventude, em parceria com o Rotary Marília e Famema, realizou no último domingo (23) de manhã uma série de serviços e entretenimento no Bosque Municipal Rangel Pietraroia Filho, dando sequência à programação do Fevereiro Roxo.

A campanha destaca a conscientização sobre as doenças neurológicas, como lúpus, Alzheimer e fibromialgia, além da importância do diagnóstico precoce, do acesso a tratamentos adequados e do suporte às famílias que lidam com essas condições

A ação reuniu grande número de pessoas no Bosque, que participaram de uma programação com várias atrações culturais e de saúde, incentivando o diagnóstico precoce, o acolhimento aos pacientes e cuidadores.

Estiveram presentes os secretários municipais Paloma Libanio (Saúde), Cilmara Carreiro Piza (Educação), Taís Monteiro (Cultura), Valéria Cavecci (Esportes, Lazer e Juventude), Ana Cláudia Caetano Gimenez (Divulgação e Comunicação) e Estevan Luiz Bertancini Marino (Procurador Geral do Município), além dos vereadores Danilo da Saúde (presidente da Câmara) e Elio Ajeka; da representante da Fundação Rotária, Maricler Botelho, que também é membro do Conselho Consultivo do Rotary Internacional; Geisa Luz e Fernanda Cenci Queiroz, do Grupo de Trabalho Doenças Raras.

A programação contou com abertura oficial, caminhada, apresentações de dança e musicais, palestras sobre doenças raras, lúpus, fibromialgia e Alzheimer, além de vacinação contra dengue, covid e Febre Amarela, aferição de pressão arterial, informações sobre alimentação saudável, obesidade infantil e prevenção de dengue, entre outras, e presença de food trucks.

 DOENÇAS RARAS

O Fevereiro Roxo no Bosque Municipal destacou ainda as doenças raras, cujo Dia Mundial é lembrado em 28 de fevereiro. Segundo o Ministério da Saúde, doenças raras são aquelas caracterizadas por diversos sinais e sintomas, os quais variam não somente de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa.

A definição utilizada hoje no Brasil é a mesma da Organização Mundial de Saúde (OMS), que diz que doença rara “afeta até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos. Estima-se que existam 13 milhões de brasileiros com doenças raras atualmente”.

A secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio, destacou o Fevereiro Roxo. “Todo último domingo do mês temos esse tipo de ação no Bosque, com atividades físicas e entretenimento, mas também pra gente aprender algo mais e levar essa informação. O Fevereiro Roxo é alusivo a essas doenças como lúpus, fibromialgia e Alzheimer. E também houve uma palestra sobre doenças raras, trazendo informação e conscientização sobre esse tema. Foi um evento bastante positivo e só temos que agradecer a todos os parceiros e à equipe da Saúde pelo grande trabalho realizado”.

Fotos: Divulgação

Tarumã ressalta trabalho de equipes de saúde em prol da população

A Prefeitura Municipal de Tarumã manifesta seu agradecimento às equipes do Complexo de Saúde e da Estratégia de Saúde da Família (ESF), além dos profissionais da Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária e Controle de Vetores.

O reconhecimento é destinado ao esforço contínuo dessas equipes no atendimento à população e no combate aos focos do mosquito da dengue.

No Complexo de Saúde, o agradecimento se estende a médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, recepcionistas, equipe de higiene, motoristas, controladores de fluxo, profissionais de radiologia (RX) e especialistas, que vêm desempenhando suas funções de forma dedicada e incansável.

Além disso, a administração municipal ressaltou o papel fundamental das equipes da ESF, compostas por médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem, profissionais de higiene e agentes comunitários de saúde. Essas equipes, juntamente com a Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária e Controle de Vetores, têm atuado diariamente na retirada de lixo acumulado em terrenos baldios, residências abandonadas e demais locais propícios à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.

A Prefeitura enfatizou que, embora o trabalho de remoção de criadouros dentro das residências não seja uma obrigação do município, cabendo aos moradores manterem seus imóveis limpos, as equipes têm realizado essa tarefa em muitos lares, visando proteger a saúde pública.

Por fim, o governo municipal reforça seu reconhecimento ao comprometimento e à dedicação dos profissionais de saúde, destacando que os esforços conjuntos são essenciais para garantir o bem-estar da comunidade e prevenir a propagação de doenças. 

Marília recebe secretário estadual Eleuses Paiva para tratar de investimentos na área da Saúde

 Marília recebeu no último dia 21 no Teatro Municipal “Waldir Silveira Mello”, o secretário de Estado da Saúde, Dr. Eleuses Paiva, para tratar de investimentos na área.
O prefeito Vinicius Camarinha, a secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio, e a diretora do DRS-IX (Departamento Regional de Saúde) de Marília, Célia Maria Marafiotti Netto, serão os anfitriões desse importante encontro regional, que reunirá prefeitos e gestores de saúde dos 62 municípios que compõem o DRS-IX. 
“Para nós será um prazer receber o secretário Dr. Eleuses Paiva que, junto com o governador Tarcísio de Freitas, têm sido grandes parceiros de Marília, com a conquista do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) e outros investimentos na nossa saúde. Só temos que agradecê-los por acreditarem no potencial de Marília e a nossa gestão está junto com o Governo para melhorar a saúde das pessoas. Doamos a área de 26 mil metros quadrados que o governo precisava e o AME já é uma realidade, com previsão de inauguração para abril de 2026”, afirmou Vinicius Camarinha. 
A secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio, já agradeceu antecipadamente a vinda do secretário Eleuses Paiva. “Estamos muito felizes em receber o Dr. Eleuses que, em meio a uma epidemia de dengue no Estado, vem a Marília para discutir mais investimentos em nossa cidade e na região. E agradecemos também pela futura construção do AME, que será modelo e vai atender 19 municípios”. 
Durante o evento no Teatro Municipal, o prefeito irá entregar em mãos ao secretário a doação da área, próxima ao distrito de Lácio, para o futuro AME de Marília. Essa doação já foi aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo Executivo. As obras de construção serão executadas pelo governo estadual.
 Dr. Eleuses Paiva irá expor também o trabalho e o investimento que o Governo do Estado vem realizando no combate à dengue e à febre amarela em todo o território paulista.
  
Fotos: Divulgação

Assis marca presença no Encontro de Prefeitos e Gestores de Saúde em Marília

A Prefeitura de Assis participou, nesta sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025, do Encontro de Prefeitos e Gestores de Saúde, realizado no Teatro Municipal “Waldir Silveira Mello”, em Marília. O evento reuniu representantes dos 62 municípios que compõem o Departamento Regional de Saúde (DRS-IX) para discutir desafios e avanços na área da saúde pública.

Representando a prefeita Telma Spera, estiveram presentes o secretário de Governo, Leandro Bergonso, e a secretária municipal de Saúde, Amanda Maílio. O encontro contou com a participação do secretário de Estado da Saúde, Dr. Eleuses Paiva, que abordou estratégias e investimentos do Governo do Estado no combate à dengue e à febre amarela.

Prefeita Telma Spera:
“A saúde pública precisa de um olhar atento e de investimentos que façam a diferença na vida da população. Participar desses encontros fortalece nosso compromisso de trazer soluções concretas e garantir serviços de qualidade para os cidadãos de Assis.”

Além disso, estiveram presentes a diretora do DRS-IX, Célia Maria Marafiotti Netto, e o prefeito de Palmital e presidente do CIVAP, Luís Gustavo, reforçando a importância da articulação entre os municípios da região para o fortalecimento das políticas de saúde.

Secretário de Governo, Leandro Bergonso:
“Nossa participação nesse evento reforça o compromisso da administração municipal em buscar parcerias e alinhar estratégias que beneficiem diretamente a população. O trabalho integrado entre municípios e o Governo do Estado é fundamental para fortalecer a rede de saúde.”

Secretária da Saúde, Amanda Maílio:
“É essencial estarmos alinhados com as diretrizes do Governo do Estado e trocarmos experiências com outros municípios. Esse encontro foi uma oportunidade para discutirmos ações eficazes no combate às arboviroses e melhorias na gestão da saúde pública.”

A Prefeitura de Assis segue comprometida com a qualidade da saúde pública, promovendo ações que garantam mais eficiência, inovação e atendimento humanizado para toda a população.

Saúde informa sobre aplicação de vacinas contra a dengue

A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, informa que em Marília não houve ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue, tendo em vista que não há vacinas próximas ao vencimento.

Segundo o Ministério da Saúde, apenas municípios em que haja vacinas com vencimento próximo deverão ampliar a faixa de idade para vacinação, a fim de evitar desperdício de doses, o que não é o caso de Marília, já que as vacinas disponíveis na cidade estão com prazo de vencimento longo. 

A Secretaria Municipal da Saúde reforça a necessidade dos pais e responsáveis vacinarem seus filhos contra a dengue, além de manterem os cuidados em casa, como verificação de quintal, evitando-se criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Fotos: Divulgação

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